A Educação Moderna

A Educação Moderna

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

As Virtudes do Messenger

Mais uma vez esta ferramenta demonstrou a sua versatilidade no contexto educativo e tem sido uma mais-valia na realização dos trabalhos do grupo da turma de práticas. O 1º momento aconteceu com a situação da Carla ter ficado doente e em casa através do messenger colaborou activamente nas pesquisas que estávamos a realizar para o nosso trabalho. O 2º momento aconteceu comigo,devido a questões profissionais de última hora não foi possível ir à aula no horário normal e através do messenger fomos falando e acertando os últimos detalhes quanto à ficha de avaliação. Nesta semana tivemos mais uma experiência de boas práticas, conseguimos fazer uma conferência via messenger, com todos os elementos do grupo para a discussão de ideias a aplicar na finalização do guião de autor.
Cada vez mais estou a tornar-se uma adepta desta ferramenta (mas com o pequeno pormenor! visibilidade restrita, senão a minha produtividade vai à vida)

domingo, 25 de novembro de 2007

Noticias do Mundo Digital – “O Facebook”

Mark Zuckerberg tem 23 anos. Até Há pouco tempo, era um estudante de informática que gostava de “queimar pestanas” a programar computadores, e a meio da Licenciatura lançou um site o “ Facebook”a rede social que dirige. O site foi fundado em 2004, é um exemplo de crescimento progressivo. Começou por ser um espaço para estudantes da Universidade de Harvard (que Zuckerberg frequentava) para entrarem em contacto entre se. O site permite seguir automaticamente todas a informação que a rede de amigos coloca “Online”. Pouco depois do lançamento, foram alargando a possibilidade de entrada a membros de outras instituições de ensino seleccionadas e criaram uma rede separada para os alunos do liceu. O passo seguinte já permitiu a trabalhadores de certas empresas usarem o site. Em 2006 veio a possibilidade de qualquer pessoa aderir. A abertura do “Facebook” não foi muito bem aceite que viram o seu “Clube Privado” e essencialmente estudantil perder a exclusividade de acesso, mas com esta jogada o Site entrou finalmente no grande campeonato das redes sociais e preparava-se para defrontar o líder Mysapace. O “Facebook” está longe do primeiro lugar do sector, mas parece estar bem encaminhado: tem 50 milhões de cibernautas registados (o Myspace ultrapassou em Agosto os 100 milhões), e é listado por várias fontes no TOP 10 dos sites mais visitados. Não é de admirar que muitas empresas estejam interessadas em anunciar nestes espaços.
O novo formato do “Facebook” – o chamado “Facebooks Ads” tem como objectivo transpor a recomendação social para as relações online. A ideia chave é levar alguém a fazer algo – comprar um produto; visitar um site – porque um amigo também o fez. Com o novo “Facebook”, as empresas passarão a poder ter uma página, para colocarem a informação que desejarem. Mas o ponto controverso, está relacionado com o facto de
as empresas perguntarem aos Clientes se querem que a sua acção seja mostrada à respectiva rede de contactos. Se a resposta for afirmativa, os “amigos” do utilizador recebem através das actualizações automáticas, um anuncio publicitário, acompanhado com a foto da pessoa – e não há forma de o receptor evitar esta mensagem, que surge misturada com todas as restantes novidades do grupo de “amigos”. Por exemplo se um amigo comprar um par de ténis online , os amigos vão sabê-lo e receber toda a publicidade.

Fica aqui a pergunta: Para onde nos leva este mundo Virtual?

http://www.mashable.com/images/facebookbigshot1.png

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Reflexão Capitulo 4 – Valores


Os valores éticos, espirituais e religiosos levantam um conjunto de questões que necessitam claramente de reflexão quando falamos de educação e este capitulo claramente que direcciona a reflexão para esse caminho, reforçando a ideia clara e inequívoca que aquilo que as crianças aprendem devem ter significado - Ensinamos o quê? E Porquê?

“Nos dias de hoje a aprendizagem familiar deve preservar um conjunto de valores relacionados com as aprendizagens”, estou totalmente de acordo que os valores da integridade, honestidade e da verdade devem ser ensinados e preservados no seio familiar, não competindo apenas aos professores essa tarefa, que julgo ser da competências dos Pais, não exclusiva, mas quase! O Exemplo que Papert apresenta sobre o jogo de xadrez, vivo no dia a dia na minha casa assistindo conversas (confesso que chegam a discussões!) entre o meu marido e o meu filho de 9 anos, o João Pedro, que como qualquer criança desta idade, gosta de jogar e detesta perder. Gostam os dois de jogar xadrez e como é natural a maioria das vezes o Pai é que vence o jogo e a reacção do João, passa por ou fazer batota ou chorar, visto que as vitórias não fazem parte do seu palmarés. O correcto é o Pai deixar ganhar o filho, para a criança não chorar, para se sentir bem e vitorioso, mas com isso enganando-o (confesso que isso acontece), mas também acontece que o Pai vence e explica ao filho o significado de palavras como “fair play”, “desportivismo” e o resultado qual é? O meu filho não quer saber nada destes conceitos, preferindo ganhar e sempre.
Qual é então o nosso papel nesta vertente de educação dos valores? Confesso que educar é a tarefa mais laboriosa e desafiante que encontro na vida, varinhas mágicas não existem! (leituras do Daniel Sampaio? ajudam, Javier Urra? também ajuda – mas não tem um checklists com fórmulas mágicas para cada situação!). Sabemos que o engano faz parte do processo educativo, apesar de sabermos que é feio mentir! E que mentimos muitas vezes para fazer felizes as nossas crianças, sabendo os riscos! E sabemos que não estamos a educar nos princípios dos valores identificados como essenciais ao seu crescimento.
Os caminhos da aprendizagens, o conflito em ensinar correctamente, corrigindo a criança ou então deixando-as pensar livremente devem constituir as pedras das calçadas que percorremos neste longo processo educativo que hoje em dia tem o apoio de uma dupla: Computador e Internet o baby-siting dos tempos modernos! Que apresentam um conjunto de benefícios, mas sinceramente me confesso - tenho algum receio de dar liberdade aos meus filhos neste tema ( as minhas iniciações no messenger e HI5 começaram com a minha filha), tornando-me numa amiga da rede, afim de poder “olhar atentamente” em redor do seu mundo virtual!

As Ferramentas Educativas


A aula prática do dia 16 de Novembro foi dedicada à finalização das apresentações respeitantes às ferramentas on-line trabalhadas por cada grupo, com a finalidade de dar a conhecer à turma a vertente educativa de cada ferramenta e as suas caracteristicas mais relevantes. Posso acrescentar que foi um momento com uma forte vertente educativa, por duas razões:
1º Algum cuidado a ter na criatividade na elaboração das Apresentações no Power Points ( o que parece ser muito bonito, caso não seja bem visualido pode ser tornar num grande risco)!
2º Os trabalhos apresentados pelos diversos grupos foram muito interessantes e demonstraram uma elevada dose de versatilidade!

domingo, 4 de novembro de 2007

Reflexão Capítulo 3 – Aprendizagem

Como aprender?
Construtivismo é uma das correntes teóricas empenhadas em explicar como a inteligência humana se desenvolve partindo do princípio de que o desenvolvimento da inteligência é determinado pelas acções mútuas entre o indivíduo e o meio.
A ideia é que o homem não nasce inteligente, mas também não é passivo sob a influência do meio, isto é, ele responde aos estímulos externos agindo sobre eles para construir e organizar o seu próprio conhecimento, de forma cada vez mais elaborada. Entre os estudiosos desta corrente destaca-se Piaget, que popularizou a divisa: “ Compreender é Inventar”, como papert afirma: “ o papel do professor é criar as condições para a invenção, em lugar de fornecer conhecimentos já consolidados”, será que é assim?
Nesse capítulo cujo a tónica é a aprendizagem, devemos reflectir como se caracteriza a aprendizagem actual das nossas crianças e jovens que dominam as novas tecnologias, Computadores, Internet, telemóveis 3G, mas que continuam a por a matemática no último lugar nas médias dos exames do secundário no nosso país. Matemática e tecnologias! De que forma é que computadores auxiliam nesta missão? Estes devem auxiliar os educadores, professores e pais na missão tão difícil que é educar e formar, mas de que forma?
Ensinamos, mas não sabemos claramente por que ensinamos; o aluno quer aprender, mas não sabe bem para quê. Ensinar por ensinar, aprender por aprender parecem ser propostas, pedagogicamente, inconsistentes”. Aprender a fazer...Aprender a conviver... e Aprender a ser... , já é um bom começo para “se chegar” a uma boa aprendizagem. Necessitamos que a aprendizagem das nossas crianças independentemente de ser de cariz tradicional, escolar, ou auto-controlada, seja de acordo com princípios e com sentido, e os computadores e deverão constituir uma ferramenta de apoio, mas não o fim último!

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Pesquisa I - Tema: O que é o e-learning?


O e-learning é um processo que aplica o potencial das tecnologias de informação e comunicação ao desenvolvimento da aprendizagem e da formação. O e-learning é uma metodologia de aprendizagem e caracteriza-se pelo uso da Internet e está centrado no aluno. Os formandos dispõem de conteúdos pedagógicos de audiotexto e videotexto com os quais vão interagir.
É um processo personalizado, que permite a flexibilidade em termos de tempo e espaço, pois formador e o aluno não se encontram fisicamente no mesmo local, mas ligados através da rede. É através da Internet que são transmitidos os conteúdos educativos e é feito o acompanhamento pelo formador
O e-learning é apenas uma das várias formas de Formação à Distância. A formação à distância é um processo de aprendizagem que implica a separação temporal e/ou local entre formador e formando e quando esta acção formativa é efectuada via Internet ou intranet fala-se de e-learning. O e-learning exige motivação para obter conhecimentos e apetência pelas tecnologias da Informação e Comunicação.

Vantagens da aprendizagem electrónica:
Inovação em processos de formação;Redução e racionalização dos recursos;Flexibilidade de ensino e aprendizagem;Auto-formação;Flexibilidade temporal;Formação para activos;Distribuição rápida dos conteúdos;Acessibilidade a conteúdos mais apelativos;Acessibilidade da valorização pessoal ou profissional;Ritmo personalizado;
Desvantagens do e-learning :
Ausência de relação humana formador/formandos;Conteúdos mais generalistas;Contingência tecnológica - largura de banda e terminais;Exige alguns conhecimentos tecnológicos;Reduzida confiança neste tipo de estratégias educativas;Custos elevados dos cursos e do material;Pressupõe a utilização de um computador ligado à corrente;

Um bom curso de e-learning deve ter formadores capazes de gerir instituições de e-learnig, formar à distância, conceber e desenvolver conteúdos especializados e prestar serviços de helpdesk aos utilizadores.
O e-learning é uma alternativa pedagógica em expansão, que ainda está a afirmar-se em Portugal, embora já seja utilizado por diversas instituições como ferramenta ou meio para formar pessoas. São cada vez mais aquelas que vêem no ensino à distância uma das grandes tendências do futuro, principalmente na formação de activos.
A adesão a estes cursos ainda não é muita, pois a desconfiança e o desconhecimento desta nova metodologia é um entrave à sua credibilidade,mas penso que dentro em breve será o futuro, principalmente na formação de adultos.