A Educação Moderna

A Educação Moderna

segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

Emotionconcert

Música sensível para o messenger! muito bom!

domingo, 30 de dezembro de 2007

Reflexões - Conclusão

Muito inovador esta conclusão em formato de “troubleshooting” – de uma forma simples, desmistificando alguns mitos e ajudando no esclarecimento de algumas dúvidas, valorizando sempre:
a cultura da aprendizagem;
a importância de a escola desenvolver novas metodologias para o ensino das disciplinas como a matemática! ( “outras coisas” como lhe chama Papert);
a importância da aprendizagem no meio familiar e do papel positivo que o computador poderá ter no modo de vida familiar em equilíbrio com outras actividades! A frase final do livro “tenha a coragem necessária para observar, interpretar…e confie no seu bom senso para saber o que fazer”constitui uma mensagem excelente para todos nós que estamos no papel de educadores reflectirmos para a construção da mudança.

Reflexões Capitulo 8 - O Futuro


Este capitulo fala-nos do futuro das tecnologias, mas começa por fazer uma retrospectiva histórica sobre os brinquedos de antigos e de nos mostrar como os jogos podem ter um papel de relevo na aprendizagem das crianças, seja este um jogo de cariz mais independente com a construção de uma torre, seja um simples jogo de equipa como as construções na areia, ou um jogo das era Digital. Mas o autor leva-nos a outra discussão de extrema importância, de facto saber ler, escrever e contar faz parte do mínimo exigido para que uma pessoa possa ser considerada cidadã, mas a educação não pode terminar aqui, este constitui apenas um primeiro estádio da aprendizagem escolar. O autor sublinha e muito bem que responsabilidade pela educação deve ser repartida pelos diferentes intervenientes no processo educativo, e não se limita ao básico das velhas metodologias e como foi reforçado ao longo de todos os capítulos anteriores a família tem um papel importantíssimo na dinamização da cultura da aprendizagem e à escola compete adaptar-se, articulando as potencialidades das tecnologias ás diferentes situações pedagógicas permitindo a evolução nos diferentes estádios da cultura da aprendizagem- e assim se desenvolve a aprendizagem do futuro!

sábado, 29 de dezembro de 2007

Tutoria Online



Coloco o slide sobre “A tutória no fórum on-line: papéis e competências” realizado mo âmbito das aulas teóricas.

Reflexões Capítulo 7 - A Escola

Este capitulo toca em temas tão actuais e em discussão na nossa sociedade, (apesar de ter já 10 anos!). A educação tem que se adaptar às necessidades das sociedades que serve, este é um dos grandes princípios e o grande desafio deste tempos em que vivemos.

Vivemos uma época de rápido desenvolvimento das tecnologias informáticas, com o acesso a redes globais de computadores, ao correio electrónico, a bases de dados, a bibliotecas virtuais, a CD-ROMs, e a uma enorme oferta de software, etc. Esse progresso está a provocar mudanças enormes na organização da nossa vida e do nosso trabalho e nesse sentido, a adaptação é indispensável. Mas os maiores desafios não são de natureza tecnológica, mas de natureza social, cultural e económica.

Fala-se com frequência, dos benefícios do uso de computadores nas escolas: como auxiliares dos docentes na preparação das aulas, como ajuda a um estudo individualizado de cada aluno) e defende-se cada vez mais o uso das tecnologias em educação, que as mesmas potenciam a aprendizagem, facilitam o desenrolar de actividades e a concretização de objectivos, estimulam os alunos, fomentam a autonomia e criatividade, mas na generalidade das escolas portuguesas isto está longe de ser uma realidade.
Um grande factor de resistência ao processo de inovação baseado no computador é a falta de conhecimentos dos educadores, isto tanto se aplica a professores como a pais, sobre as novas tecnologias e as suas capacidades. A aplicação prática dos conhecimentos tecnológicos pode também ser um factor de resistência. O professor pode ter os conhecimentos mas não sabe como os pode e deve aplicar em situações concretas na sala de aula. O problema da falta de recursos para a aplicação prática é óbvia. Podemos ter educadores com os conhecimentos, e com as ideias sobre a sua aplicação, mas se não existirem as máquinas e o software adequado pouco ou nada se pode fazer.

Por outro lado, a aprendizagem adquirida nas escolas representa uma parcela cada vez menor da aprendizagem que se adquire no dia-a-dia. Há já muitos anos que alguns pais colocam os seus em estabelecimentos onde garantem a sua aprendizagem num conjunto de áreas como a informática, auxiliando as aprendizagens e substituido o papel que a escola deveria ter.

A grande desafio desta era da fluência tecnologica é o de preparar os professores para usarem as tecnologias da informação nas suas disciplinas,o de adequar as escolas de equipamentos necessários e de aproximar os pais à escola, pois sem cada uma destas peças estar completa e activa não se conseguirá o desenvolvimento continuo da dita cultura da aprendizagem, permanentemente renovada.

sábado, 22 de dezembro de 2007

Tecnologia e Educação

Reflexões Capítulo 6 - Projectos

Este capítulo, como o próprio Papert refere é “uma concretização de algumas ideias referidas em capítulos anteriores” e com um objectivo muito específico; levar diferentes personagens de uma família a concretizar projectos que tem a grande finalidade de fomentar a cultura da aprendizagem, quer seja a nível individual, quer seja de forma mais colectiva. Nesta busca da cultura da aprendizagem são dados vários princípios orientadores na utilização de um conjunto de ferramentas e de programas auxiliares que permitam a concretização deste objectivo, a construção de um Projecto, e ajuda-nos a compreender e a dar um sentido a esta palavra tão estranha: fluência computacional! A prática desta fluência ajuda-nos a desenvolver novas competências, a dar sentido a novas aprendizagens, sejam elas de foro educativo ou não, reforçando que a aprendizagem está ao alcance de todos pois hoje em dia quase tudo envolve tecnologia. Esta dita fluência computacional faz parte do nosso dia a dia e tanto pode ser caracterizada pela realização de actividades e tarefas de rotina, como também pode ser pela forma de interagir com crianças e com os seus programas tecnológicos.
Inspirada por este conceito da fluência computacional que está ao nosso alcance tentei elaborar uma lista com 30 coisas que eu tenha realizado no meu computador recententemente e o resultado foi muito limitado, apenas consegui identificar 10 coisas:
1-Fiz pesquisas na Internet;
2-Actualizei o Blog;
3-Participei numa Aula virtual via Messenger;
4-Ajudei a minha filha em pesquisas para um trabalho;
5-Ajudei o meu filho a usar o Paint;
6-Aprendi a trabalhar com o Flickr;
7-Recebi e enviei uma quantidade enorme de mails em contexto profissional;
8-Fiz várias apresentações em Power Point;

9-Trabalhei em diversos ficheiros em Excell;
10- Interagi no Messenger.

Posso com este resultado, concluir que devo seguir os conselhos apresentados neste capitulo e assim aumentar a minha fluência computacional e tecnologica!