
Este capitulo fala-nos do futuro das tecnologias, mas começa por fazer uma retrospectiva histórica sobre os brinquedos de antigos e de nos mostrar como os jogos podem ter um papel de relevo na aprendizagem das crianças, seja este um jogo de cariz mais independente com a construção de uma torre, seja um simples jogo de equipa como as construções na areia, ou um jogo das era Digital. Mas o autor leva-nos a outra discussão de extrema importância, de facto saber ler, escrever e contar faz parte do mínimo exigido para que uma pessoa possa ser considerada cidadã, mas a educação não pode terminar aqui, este constitui apenas um primeiro estádio da aprendizagem escolar. O autor sublinha e muito bem que responsabilidade pela educação deve ser repartida pelos diferentes intervenientes no processo educativo, e não se limita ao básico das velhas metodologias e como foi reforçado ao longo de todos os capítulos anteriores a família tem um papel importantíssimo na dinamização da cultura da aprendizagem e à escola compete adaptar-se, articulando as potencialidades das tecnologias ás diferentes situações pedagógicas permitindo a evolução nos diferentes estádios da cultura da aprendizagem- e assim se desenvolve a aprendizagem do futuro!
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