A Educação Moderna

A Educação Moderna

segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

Emotionconcert

Música sensível para o messenger! muito bom!

domingo, 30 de dezembro de 2007

Reflexões - Conclusão

Muito inovador esta conclusão em formato de “troubleshooting” – de uma forma simples, desmistificando alguns mitos e ajudando no esclarecimento de algumas dúvidas, valorizando sempre:
a cultura da aprendizagem;
a importância de a escola desenvolver novas metodologias para o ensino das disciplinas como a matemática! ( “outras coisas” como lhe chama Papert);
a importância da aprendizagem no meio familiar e do papel positivo que o computador poderá ter no modo de vida familiar em equilíbrio com outras actividades! A frase final do livro “tenha a coragem necessária para observar, interpretar…e confie no seu bom senso para saber o que fazer”constitui uma mensagem excelente para todos nós que estamos no papel de educadores reflectirmos para a construção da mudança.

Reflexões Capitulo 8 - O Futuro


Este capitulo fala-nos do futuro das tecnologias, mas começa por fazer uma retrospectiva histórica sobre os brinquedos de antigos e de nos mostrar como os jogos podem ter um papel de relevo na aprendizagem das crianças, seja este um jogo de cariz mais independente com a construção de uma torre, seja um simples jogo de equipa como as construções na areia, ou um jogo das era Digital. Mas o autor leva-nos a outra discussão de extrema importância, de facto saber ler, escrever e contar faz parte do mínimo exigido para que uma pessoa possa ser considerada cidadã, mas a educação não pode terminar aqui, este constitui apenas um primeiro estádio da aprendizagem escolar. O autor sublinha e muito bem que responsabilidade pela educação deve ser repartida pelos diferentes intervenientes no processo educativo, e não se limita ao básico das velhas metodologias e como foi reforçado ao longo de todos os capítulos anteriores a família tem um papel importantíssimo na dinamização da cultura da aprendizagem e à escola compete adaptar-se, articulando as potencialidades das tecnologias ás diferentes situações pedagógicas permitindo a evolução nos diferentes estádios da cultura da aprendizagem- e assim se desenvolve a aprendizagem do futuro!

sábado, 29 de dezembro de 2007

Tutoria Online



Coloco o slide sobre “A tutória no fórum on-line: papéis e competências” realizado mo âmbito das aulas teóricas.

Reflexões Capítulo 7 - A Escola

Este capitulo toca em temas tão actuais e em discussão na nossa sociedade, (apesar de ter já 10 anos!). A educação tem que se adaptar às necessidades das sociedades que serve, este é um dos grandes princípios e o grande desafio deste tempos em que vivemos.

Vivemos uma época de rápido desenvolvimento das tecnologias informáticas, com o acesso a redes globais de computadores, ao correio electrónico, a bases de dados, a bibliotecas virtuais, a CD-ROMs, e a uma enorme oferta de software, etc. Esse progresso está a provocar mudanças enormes na organização da nossa vida e do nosso trabalho e nesse sentido, a adaptação é indispensável. Mas os maiores desafios não são de natureza tecnológica, mas de natureza social, cultural e económica.

Fala-se com frequência, dos benefícios do uso de computadores nas escolas: como auxiliares dos docentes na preparação das aulas, como ajuda a um estudo individualizado de cada aluno) e defende-se cada vez mais o uso das tecnologias em educação, que as mesmas potenciam a aprendizagem, facilitam o desenrolar de actividades e a concretização de objectivos, estimulam os alunos, fomentam a autonomia e criatividade, mas na generalidade das escolas portuguesas isto está longe de ser uma realidade.
Um grande factor de resistência ao processo de inovação baseado no computador é a falta de conhecimentos dos educadores, isto tanto se aplica a professores como a pais, sobre as novas tecnologias e as suas capacidades. A aplicação prática dos conhecimentos tecnológicos pode também ser um factor de resistência. O professor pode ter os conhecimentos mas não sabe como os pode e deve aplicar em situações concretas na sala de aula. O problema da falta de recursos para a aplicação prática é óbvia. Podemos ter educadores com os conhecimentos, e com as ideias sobre a sua aplicação, mas se não existirem as máquinas e o software adequado pouco ou nada se pode fazer.

Por outro lado, a aprendizagem adquirida nas escolas representa uma parcela cada vez menor da aprendizagem que se adquire no dia-a-dia. Há já muitos anos que alguns pais colocam os seus em estabelecimentos onde garantem a sua aprendizagem num conjunto de áreas como a informática, auxiliando as aprendizagens e substituido o papel que a escola deveria ter.

A grande desafio desta era da fluência tecnologica é o de preparar os professores para usarem as tecnologias da informação nas suas disciplinas,o de adequar as escolas de equipamentos necessários e de aproximar os pais à escola, pois sem cada uma destas peças estar completa e activa não se conseguirá o desenvolvimento continuo da dita cultura da aprendizagem, permanentemente renovada.

sábado, 22 de dezembro de 2007

Tecnologia e Educação

Reflexões Capítulo 6 - Projectos

Este capítulo, como o próprio Papert refere é “uma concretização de algumas ideias referidas em capítulos anteriores” e com um objectivo muito específico; levar diferentes personagens de uma família a concretizar projectos que tem a grande finalidade de fomentar a cultura da aprendizagem, quer seja a nível individual, quer seja de forma mais colectiva. Nesta busca da cultura da aprendizagem são dados vários princípios orientadores na utilização de um conjunto de ferramentas e de programas auxiliares que permitam a concretização deste objectivo, a construção de um Projecto, e ajuda-nos a compreender e a dar um sentido a esta palavra tão estranha: fluência computacional! A prática desta fluência ajuda-nos a desenvolver novas competências, a dar sentido a novas aprendizagens, sejam elas de foro educativo ou não, reforçando que a aprendizagem está ao alcance de todos pois hoje em dia quase tudo envolve tecnologia. Esta dita fluência computacional faz parte do nosso dia a dia e tanto pode ser caracterizada pela realização de actividades e tarefas de rotina, como também pode ser pela forma de interagir com crianças e com os seus programas tecnológicos.
Inspirada por este conceito da fluência computacional que está ao nosso alcance tentei elaborar uma lista com 30 coisas que eu tenha realizado no meu computador recententemente e o resultado foi muito limitado, apenas consegui identificar 10 coisas:
1-Fiz pesquisas na Internet;
2-Actualizei o Blog;
3-Participei numa Aula virtual via Messenger;
4-Ajudei a minha filha em pesquisas para um trabalho;
5-Ajudei o meu filho a usar o Paint;
6-Aprendi a trabalhar com o Flickr;
7-Recebi e enviei uma quantidade enorme de mails em contexto profissional;
8-Fiz várias apresentações em Power Point;

9-Trabalhei em diversos ficheiros em Excell;
10- Interagi no Messenger.

Posso com este resultado, concluir que devo seguir os conselhos apresentados neste capitulo e assim aumentar a minha fluência computacional e tecnologica!

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

O Mar e a Serra


As Virtudes do Messenger

A aula prática do 7 de Dezembro teve um formato muito original. O Grupo de trabalho do messenger organizou um fórum via messenger sobre o uso das tecnologias em educação com todos os alunos da aula prática online em diferentes localizações: em casa, nos computadores da faculdade ou a partir do local de trabalho (como no meu caso). Já por diversas vezes o messenger foi utilizado entre mim e as minhas colegas do grupo para trabalharmos nos nossos projectos ou para nos aproximar quando uma de nós não pôde estar presente numa aula prática, mas com este fim, de discussão sobre um tema foi a primeira vez. Confesso que foi debate interessante e que permitiu aos participantes expressarem as suas opiniões em relação a um conjunto de questões colocadas pela moderadora. Contudo, por vezes foi não foi possível debater algo com um pouco mais profundidade, isto pela rapidez com que cada participante intervinha e por alguma falta de quebra nas regras estabelecidas. Mas neste formato compreendo, que não é nada fácil cumprir as regras estabelecidas. Por outro lado percebi, como é muito fácil para algumas pessoas "escrever" do que "falar"quando estão discutir sobre um tema. Sou uma adepta do segundo modo, mas sei que tenho que perceber e entender que para certas pessoas é sempre mais fácil escrever do que falar sobre o que pensam.
Foi um debate interessante e vou ter que repetir tendo em atenção às infracções cometidas nesta primeira experiência.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Conferência sobre e-learning

A conferência sobre “e-learning e comunidades: no digital mas mais além” foi realizada no no dia 13 de Dezembro 07, liderada pelo Professor João Paiva teve em mim um impacto muito positivo, não tanto pelo conteúdo, mas pela forma como um especialista numa matéria pode falar sobre um tema, que não é muito fáci, mas de um modo tão simples e com uma elevada dose de paixão. Nesta conferência sobre as tecnologias educativas e o e-learning a mensagem principal está na metologia e não apenas na tecnologias "Na educação é necessário novas metodologias aplicadas às novas tecnologias e não novas tecnologias com antigas metodologias.
Alguns sites interessantes aconselhados na conferência
http://nautilus.fis.uc.pt/http://www.mocho.pt/http://www.molecularium.net/

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Universo Wiki



Wiktionary
pt.wiktionary.org/wiki/página_principal
O wiktionary consiste num dicionário, gratuito de todas as línguas, existindo versões em 200 línguas.
Wikilivros
Pt.wikibooks.org/wiki/página_principal
O wikibooks, é um site onde está em permanente desenvolvimento uma colecção de livros. Tem como objectivo fornecer meios para a instrução de alunos, professores secundários e universitários, e a comunidade utilizadora da Internet, pois disponibiliza livros e textos nas mais diversas áreas.
Wikimedia Commons
Commons.wikimedia.org/wiki/página_principal
O wiki Commons é um banco de textos, imagens, sons, música e audio-textos.
Wikinotícias
pt.wikinews.org/wiki/página_principal
O wikinotícias, é uma fonte online de notícias, com a filosofia wiki subjacente (participação e adição de noticias colaborativa, livre e gratuita), em que qualquer pessoa pode desenvolver uma notícia sobre qualquer assunto.
Wikiquote
pt.wikiquote.org/wiki/página_principal
O wikiquote é um site onde estão arquivadas citações de pessoas famosas, de livros, filmes discursos e outros materiais relevantes, tais como provérbios.
Wikisource
Pt.wikisource.org/wiki/página_principal
Wikisource, a “biblioteca livre” é o lema deste projecto, que pretende criar uma biblioteca de acesso gratuito onde se encontrem fontes, textos de autor e outros materiais de suporte à biblioteca.
Wikispecies
species.wikimedia.org/wiki/página_principal
O Wikispecies é um site onde se pretende criar um directório de todas as espécies vivas, no reino animal, das plantas, dos fungos, das bactérias, das arquibactérias.
Wikiversidade
pt.wikibooks.org/wiki/wikiversidade
A Wikiversidade, é o mais recente projecto, que pretende criar um centro de educação de nível universitário, com materiais, com materiais próprios para a adaptação da filosofia e-learning. Ainda se encontra em fase experimental e está disponível em três línguas.

sábado, 8 de dezembro de 2007

Reflexões Capitulo 5 - A Família




Neste capítulo, Papert, valoriza a forma como se podem realizar aprendizagens a partir do computador, realçando uma questão fundamental, que é o papel do ambiente familiar e escolar na aprendizagem e aborda questões relativas às diferenças entre os sexos. Este capítulo destina-se a todos elementos da família – filhos, pais e avós e com múltiplos conselhos sobre como o computador pode e deve aproximar gerações.
Este tema de aproximar gerações seduz-me, pois vivemos numa época em que tudo passa muito depressa e somos bombardeados pelas inovações tecnológicas e por doses astronómicas de informação, que não conseguimos gerir e digerir, mas afirmo isso sem algum tipo de saudosismo, pois acho que existem épocas para tudo e em cada momento devemos viver de acordo com os nossos objectivos, motivações, influências do meio ambiente, e considero que a diferença de gerações deve existir, contudo as gerações devem saber comunicar, devem ter gostos em comum, devem tirar o máximo prazer na aprendizagem mutua e que se desenvolve naquilo que Papert apelida de Cultura familiar de aprendizagem. O computador pode contribuir com bons exemplos para o desenrolar dessa dita aprendizagem, aproximando todos os elementos familiares, de acordo com os gostos de cada um, de acordo com as diferentes aptidões, auxiliando nas relações familiares, e os exemplos podem ser; a filha pode criar a conta do Hi5 para a mãe, a mãe pode ensinar a avó a usar o Word, o filho pode ensinar o pai um novo passe no jogo da playstation e o pai pode ajudar a mãe com uma fórmula no Excell.

Assim, nas relações familiares, a presença do computador contribui para as próprias aprendizagens familiares, assim como ver um bom filme ou programa de televisão, jogar playstation ou jogar futebol, ler em conjunto uma história ou fazer um desenho no computador, tudo tem o seu lugar, com conta e medida. Nas aprendizagens familiares, reflectir sobre estas questões corresponde a dar um passo em frente no combate à fraqueza de uma cultura familiar, em que ninguém fala sobre a aprendizagem.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Cmaps


Mais uma aventura neste tema e mais uma aprendizagem, desta vez foi com um novo programa, aplicado na realização da macro-estrutura do guião de autor. A 1ª fase decorreu com a realização do trabalho com o nosso velho e mais que conhecido Word. A 2ª fase que começou por uma pequena tentativa muito tímida de experimentação da ferramenta com uma certa dose de expectativa critica sobre o resultado a atingir, tornou-se numa agradável surpresa. O resultado foi a realização no trabalho neste programa, de forma muito simplificada e em muito menos tempo. Cá vai mais uma aprendizagem, que obviamente terá que ser consolidada.

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

As Virtudes do Messenger

Mais uma vez esta ferramenta demonstrou a sua versatilidade no contexto educativo e tem sido uma mais-valia na realização dos trabalhos do grupo da turma de práticas. O 1º momento aconteceu com a situação da Carla ter ficado doente e em casa através do messenger colaborou activamente nas pesquisas que estávamos a realizar para o nosso trabalho. O 2º momento aconteceu comigo,devido a questões profissionais de última hora não foi possível ir à aula no horário normal e através do messenger fomos falando e acertando os últimos detalhes quanto à ficha de avaliação. Nesta semana tivemos mais uma experiência de boas práticas, conseguimos fazer uma conferência via messenger, com todos os elementos do grupo para a discussão de ideias a aplicar na finalização do guião de autor.
Cada vez mais estou a tornar-se uma adepta desta ferramenta (mas com o pequeno pormenor! visibilidade restrita, senão a minha produtividade vai à vida)

domingo, 25 de novembro de 2007

Noticias do Mundo Digital – “O Facebook”

Mark Zuckerberg tem 23 anos. Até Há pouco tempo, era um estudante de informática que gostava de “queimar pestanas” a programar computadores, e a meio da Licenciatura lançou um site o “ Facebook”a rede social que dirige. O site foi fundado em 2004, é um exemplo de crescimento progressivo. Começou por ser um espaço para estudantes da Universidade de Harvard (que Zuckerberg frequentava) para entrarem em contacto entre se. O site permite seguir automaticamente todas a informação que a rede de amigos coloca “Online”. Pouco depois do lançamento, foram alargando a possibilidade de entrada a membros de outras instituições de ensino seleccionadas e criaram uma rede separada para os alunos do liceu. O passo seguinte já permitiu a trabalhadores de certas empresas usarem o site. Em 2006 veio a possibilidade de qualquer pessoa aderir. A abertura do “Facebook” não foi muito bem aceite que viram o seu “Clube Privado” e essencialmente estudantil perder a exclusividade de acesso, mas com esta jogada o Site entrou finalmente no grande campeonato das redes sociais e preparava-se para defrontar o líder Mysapace. O “Facebook” está longe do primeiro lugar do sector, mas parece estar bem encaminhado: tem 50 milhões de cibernautas registados (o Myspace ultrapassou em Agosto os 100 milhões), e é listado por várias fontes no TOP 10 dos sites mais visitados. Não é de admirar que muitas empresas estejam interessadas em anunciar nestes espaços.
O novo formato do “Facebook” – o chamado “Facebooks Ads” tem como objectivo transpor a recomendação social para as relações online. A ideia chave é levar alguém a fazer algo – comprar um produto; visitar um site – porque um amigo também o fez. Com o novo “Facebook”, as empresas passarão a poder ter uma página, para colocarem a informação que desejarem. Mas o ponto controverso, está relacionado com o facto de
as empresas perguntarem aos Clientes se querem que a sua acção seja mostrada à respectiva rede de contactos. Se a resposta for afirmativa, os “amigos” do utilizador recebem através das actualizações automáticas, um anuncio publicitário, acompanhado com a foto da pessoa – e não há forma de o receptor evitar esta mensagem, que surge misturada com todas as restantes novidades do grupo de “amigos”. Por exemplo se um amigo comprar um par de ténis online , os amigos vão sabê-lo e receber toda a publicidade.

Fica aqui a pergunta: Para onde nos leva este mundo Virtual?

http://www.mashable.com/images/facebookbigshot1.png

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Reflexão Capitulo 4 – Valores


Os valores éticos, espirituais e religiosos levantam um conjunto de questões que necessitam claramente de reflexão quando falamos de educação e este capitulo claramente que direcciona a reflexão para esse caminho, reforçando a ideia clara e inequívoca que aquilo que as crianças aprendem devem ter significado - Ensinamos o quê? E Porquê?

“Nos dias de hoje a aprendizagem familiar deve preservar um conjunto de valores relacionados com as aprendizagens”, estou totalmente de acordo que os valores da integridade, honestidade e da verdade devem ser ensinados e preservados no seio familiar, não competindo apenas aos professores essa tarefa, que julgo ser da competências dos Pais, não exclusiva, mas quase! O Exemplo que Papert apresenta sobre o jogo de xadrez, vivo no dia a dia na minha casa assistindo conversas (confesso que chegam a discussões!) entre o meu marido e o meu filho de 9 anos, o João Pedro, que como qualquer criança desta idade, gosta de jogar e detesta perder. Gostam os dois de jogar xadrez e como é natural a maioria das vezes o Pai é que vence o jogo e a reacção do João, passa por ou fazer batota ou chorar, visto que as vitórias não fazem parte do seu palmarés. O correcto é o Pai deixar ganhar o filho, para a criança não chorar, para se sentir bem e vitorioso, mas com isso enganando-o (confesso que isso acontece), mas também acontece que o Pai vence e explica ao filho o significado de palavras como “fair play”, “desportivismo” e o resultado qual é? O meu filho não quer saber nada destes conceitos, preferindo ganhar e sempre.
Qual é então o nosso papel nesta vertente de educação dos valores? Confesso que educar é a tarefa mais laboriosa e desafiante que encontro na vida, varinhas mágicas não existem! (leituras do Daniel Sampaio? ajudam, Javier Urra? também ajuda – mas não tem um checklists com fórmulas mágicas para cada situação!). Sabemos que o engano faz parte do processo educativo, apesar de sabermos que é feio mentir! E que mentimos muitas vezes para fazer felizes as nossas crianças, sabendo os riscos! E sabemos que não estamos a educar nos princípios dos valores identificados como essenciais ao seu crescimento.
Os caminhos da aprendizagens, o conflito em ensinar correctamente, corrigindo a criança ou então deixando-as pensar livremente devem constituir as pedras das calçadas que percorremos neste longo processo educativo que hoje em dia tem o apoio de uma dupla: Computador e Internet o baby-siting dos tempos modernos! Que apresentam um conjunto de benefícios, mas sinceramente me confesso - tenho algum receio de dar liberdade aos meus filhos neste tema ( as minhas iniciações no messenger e HI5 começaram com a minha filha), tornando-me numa amiga da rede, afim de poder “olhar atentamente” em redor do seu mundo virtual!

As Ferramentas Educativas


A aula prática do dia 16 de Novembro foi dedicada à finalização das apresentações respeitantes às ferramentas on-line trabalhadas por cada grupo, com a finalidade de dar a conhecer à turma a vertente educativa de cada ferramenta e as suas caracteristicas mais relevantes. Posso acrescentar que foi um momento com uma forte vertente educativa, por duas razões:
1º Algum cuidado a ter na criatividade na elaboração das Apresentações no Power Points ( o que parece ser muito bonito, caso não seja bem visualido pode ser tornar num grande risco)!
2º Os trabalhos apresentados pelos diversos grupos foram muito interessantes e demonstraram uma elevada dose de versatilidade!

domingo, 4 de novembro de 2007

Reflexão Capítulo 3 – Aprendizagem

Como aprender?
Construtivismo é uma das correntes teóricas empenhadas em explicar como a inteligência humana se desenvolve partindo do princípio de que o desenvolvimento da inteligência é determinado pelas acções mútuas entre o indivíduo e o meio.
A ideia é que o homem não nasce inteligente, mas também não é passivo sob a influência do meio, isto é, ele responde aos estímulos externos agindo sobre eles para construir e organizar o seu próprio conhecimento, de forma cada vez mais elaborada. Entre os estudiosos desta corrente destaca-se Piaget, que popularizou a divisa: “ Compreender é Inventar”, como papert afirma: “ o papel do professor é criar as condições para a invenção, em lugar de fornecer conhecimentos já consolidados”, será que é assim?
Nesse capítulo cujo a tónica é a aprendizagem, devemos reflectir como se caracteriza a aprendizagem actual das nossas crianças e jovens que dominam as novas tecnologias, Computadores, Internet, telemóveis 3G, mas que continuam a por a matemática no último lugar nas médias dos exames do secundário no nosso país. Matemática e tecnologias! De que forma é que computadores auxiliam nesta missão? Estes devem auxiliar os educadores, professores e pais na missão tão difícil que é educar e formar, mas de que forma?
Ensinamos, mas não sabemos claramente por que ensinamos; o aluno quer aprender, mas não sabe bem para quê. Ensinar por ensinar, aprender por aprender parecem ser propostas, pedagogicamente, inconsistentes”. Aprender a fazer...Aprender a conviver... e Aprender a ser... , já é um bom começo para “se chegar” a uma boa aprendizagem. Necessitamos que a aprendizagem das nossas crianças independentemente de ser de cariz tradicional, escolar, ou auto-controlada, seja de acordo com princípios e com sentido, e os computadores e deverão constituir uma ferramenta de apoio, mas não o fim último!

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Pesquisa I - Tema: O que é o e-learning?


O e-learning é um processo que aplica o potencial das tecnologias de informação e comunicação ao desenvolvimento da aprendizagem e da formação. O e-learning é uma metodologia de aprendizagem e caracteriza-se pelo uso da Internet e está centrado no aluno. Os formandos dispõem de conteúdos pedagógicos de audiotexto e videotexto com os quais vão interagir.
É um processo personalizado, que permite a flexibilidade em termos de tempo e espaço, pois formador e o aluno não se encontram fisicamente no mesmo local, mas ligados através da rede. É através da Internet que são transmitidos os conteúdos educativos e é feito o acompanhamento pelo formador
O e-learning é apenas uma das várias formas de Formação à Distância. A formação à distância é um processo de aprendizagem que implica a separação temporal e/ou local entre formador e formando e quando esta acção formativa é efectuada via Internet ou intranet fala-se de e-learning. O e-learning exige motivação para obter conhecimentos e apetência pelas tecnologias da Informação e Comunicação.

Vantagens da aprendizagem electrónica:
Inovação em processos de formação;Redução e racionalização dos recursos;Flexibilidade de ensino e aprendizagem;Auto-formação;Flexibilidade temporal;Formação para activos;Distribuição rápida dos conteúdos;Acessibilidade a conteúdos mais apelativos;Acessibilidade da valorização pessoal ou profissional;Ritmo personalizado;
Desvantagens do e-learning :
Ausência de relação humana formador/formandos;Conteúdos mais generalistas;Contingência tecnológica - largura de banda e terminais;Exige alguns conhecimentos tecnológicos;Reduzida confiança neste tipo de estratégias educativas;Custos elevados dos cursos e do material;Pressupõe a utilização de um computador ligado à corrente;

Um bom curso de e-learning deve ter formadores capazes de gerir instituições de e-learnig, formar à distância, conceber e desenvolver conteúdos especializados e prestar serviços de helpdesk aos utilizadores.
O e-learning é uma alternativa pedagógica em expansão, que ainda está a afirmar-se em Portugal, embora já seja utilizado por diversas instituições como ferramenta ou meio para formar pessoas. São cada vez mais aquelas que vêem no ensino à distância uma das grandes tendências do futuro, principalmente na formação de activos.
A adesão a estes cursos ainda não é muita, pois a desconfiança e o desconhecimento desta nova metodologia é um entrave à sua credibilidade,mas penso que dentro em breve será o futuro, principalmente na formação de adultos.

domingo, 21 de outubro de 2007

Reflexão Capitulo 2 – Gerações

No primeiro capitulo papert falava-nos da evolução da aprendizagem das crianças, da sua relação com as novas tecnologias e de como os adultos deveriam repensar a forma de acompanhar as aprendizagens das crianças, neste segundo capitulo apresenta um léxico de cariz cibernético extremamente inovador - Ciberutópicos, Cibercríticos, Repelentes, Ciberavestruzes, Câmaras e culturas, Literacia e fluência, tecnologias transparentes, tecnologias opacas, frustração...e mais uma vez, através de um conjunto de palavras o tema da aprendizagem e da relação com os computadores é explorado em detalhe, alertando o leitor tanto para os benefícios da utilização das novas tecnologias como também reforçando os perigos que advém da sua incorrecta utilização.

O inicio do capítulo levanta de imediato a dúvida do futuro da era digital e das suas implicações, sobretudo, na educação das crianças e dos jovens. Na perspectiva dos ciberutópicos, a revolução digital proporciona uma vida melhor; na perspectiva dos cibercríticos, os perigos são vastos. Mas de acordo com a visão do autor, existem um conjunto de mudanças que podem ocorrer, desde que as pessoas aprendam melhores formas de pensar e de fazer, e isso aplica-se as gerações futuras e na qual o papel dos pais e dos educadores é fundamental. Os computadores, as tecnologias são um meio para melhorar as aprendizagens das crianças e dos jovens, conferindo aos pais como educadores de uma futura geração, a definição e concretização do processo de aprendizagem dos seus filhos.
Podemos aplicar as tecnologias na aprendizagem de temas tão diferentes como Ciências da Natureza ou gramática, desde que, contribuindo para a grande descoberta do significado de uma aprendizagem. Este processo diferencia o valor que é retirado da aprendizagem, provocando interesse e motivação face a um determinado currículo.
Papert chama "avestruzes" aos educadores que se entusiasmam com a ideia de que os computadores podem melhorar o trabalho que desempenham na escola, mas que evitam perceber que esta tecnologia irá fazer surgir muitas mudanças para além do mero aperfeiçoamento. O autor alerta que as crianças aprendem conhecimentos informáticos mas a fluência adquire-se com a aprendizagem e com a utilização frequente, o exemplo dado é explicito - temos conhecimento escolar sobre uma língua ou somos fluentes? O importante é que se compreenda que os conhecimentos são adquiridos por exploração, por tentativa - erro e pela prática.
Apesar desta revolução ao nível das aprendizagens, o conceito de opacidade aparece como algo com que as crianças da era moderna tem que aprender a lidar, já que actualmente as tecnologias são opacas, não podemos ver o que as faz funcionar, noutros tempos as pessoas viam e compreendiam a transparência das tecnologias.

Por fim, Papert refere também a frustração que ocorre com todos os que lidam os computadores, quando estes resolvem não ajudar, mas sim dificultar o dia, mas que poderá ser ultrapassado se percebermos porque é que isso acontece, e se aprendemos a aplicar os truques que as crianças e os jovens aplicam na relação com o computador!

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Reflexão Capitulo 1 – Gerações

"O maior escândalo da Educação reside no facto de que, cada vez que ensinamos algo a uma criança, estamos a privá-la do prazer e do benefício da descoberta" (Papert)

Neste primeiro capítulo, Seymour Papert fala-nos de uma relação apaixonada
entre as crianças e os computadores. Na sua vasta experiência com crianças de diferentes continentes, Papert reforça esta ideia de relação apaixonada, ao afirmar que as crianças sabem de uma forma natural que pertencem à geração dos computadores, contudo, também alerta-nos que esta relação não é assim tão pacifica, pois como em tudo, existe sempre dois lados, o positivo e o negativo, o lado dos benefícios e dos perigos, o que também se aplica a esta relação amorosa entre as crianças e as tecnologias, pois esta relação está a originar uma mudança, uma MUDANÇA na aprendizagem.


De acordo com Papert, esta mudança aparece como uma característica visível na forma como os adultos relacionam-se com as crianças, cada vez mais as crianças necessitam de adquirir conhecimentos e de os utilizar de forma dependente dos alunos, o que obviamente cria algumas dificuldades de os adultos perceberem esta necessidade que muitas vezes não deixa de ser alvo de admiração. O relato que Papert apresenta sobre o episódio observado com o vídeo do seu neto Ivan, relata bem esta ideia de aprendizagem independente quando comparada com o seu próprio nível de aprendizagem e de autonomia quando tinha a mesma idade do seu neto, em que estava totalmente dependente dos adultos. Uma das principais questões levantada por Seymour Papert está relacionada com a “maior liberdade de escolha que alterará dramaticamente o modo como as crianças aprendem e se desenvolvem”.

Claramente que o fosso entre as gerações na utilização das tecnologias, nomeadamente na utilização do computador poderá apresentar um perigo no afastamento das relações entre pais e filho, como papert afirma;
“…Os adultos tem de se tornarem permeáveis a novos assuntos, não se podem convencer de que não conseguem aprender mais nada e têm de criar mecanismos de exploração autónoma, caso contrário não conseguirão acompanhar o ritmo dos filhos”.

Os adultos tem que repensar a forma de aprendizagem para poderem acompanhar as crianças e os jovens em vez de verem as tecnologias como um inimigo, um “destruidores de lares”e aprender a aplicar os termos que as próprias crianças aplicam: difícil e giro
nas suas experiências com as tecnologias partilhando uma aprendizagem de estilo familiar.

domingo, 7 de outubro de 2007

Introdução

Papert é um dos autores fundamentais do mundo dos computadores na educação. È principalmente conhecido como o criador da linguagem LOGO, uma linguagem desenvolvida para fins educativos. O LOGO não é só uma linguagem – é também uma filosofia sobre a natureza de aprendizagem e a relação entre o homem e a tecnologia. Relativamente á aprendizagem, a sua ideia fundamental é que deve ser a criança a comandar o computador e não este a comandar a criança. A melhor forma para aprender é de um modo “Natural” ou “Piagetiano”, cujo paradigma é a aprendizagem da língua materna logo na infância.
Papert insere-se na escola nova, reconhecendo a proximidade das suas ideias com os autores como Dewey, Pestalozzi, Freinet e Montessori, mas o que o distingue é a sua exploração aprofundada das possibilidades e limites das novas tecnologias de Informação.~

Para Papert, o efeito positivo ou negativo das tecnologias é uma questão em aberto pois depende muito da acção e critica que venha a ser feita pelos seus utilizadores.

Seymour Papert


O Dr. Seymour Papert (nascido em 1 de Março de 1928 em Pretória, África do Sul) é um matemático e proeminente educador do MIT.
É um dos pioneiros da inteligência artificial, assim como inventor da linguagem de programação LOGO (em 1968).
Na educação, Papert cunhou o termo construcionismo como sendo a abordagem do construtivismo que permite ao educando construir o seu próprio conhecimento por intermédio de alguma ferramenta, como o computador, por exemplo.
Desta forma, o uso do computador é defendido como auxiliar no processo de construção de conhecimentos, uma poderosa ferramenta educacional, adaptando os princípios do construtivismo cognitivo de Jean Piaget a fim de melhor aproveitar-se o uso de tecnologias.
Bibliografia
- PAPERT, Seymour; SOLOMON, C.. Twenty Things to do with a Computer. Artificial Intelligence Memo 248, MIT AI Laboratory. Cambridge, MA, 1971.
- PAPERT, Seymour. Mindstorms: Children, Computers, and Powerful Ideas. New York: Basic Books, 1980.
- PAPERT, Seymour. Situating Constructionism. In: Constructionism, editado por I. Harel e S. Papert. Norwood, NJ: Ablex Publishing, 1991

Origem: Wikipédia

Regresso do Tec da Helena

Já estou de regresso a esta actividade que foi interrompida por um longo período de ausência.
Espero que estas visitas de actualização ao meu bloog sejam frequentes e semanais.

domingo, 17 de junho de 2007

sábado, 16 de junho de 2007

Aula Prática- 8/06/07

Bom, 13ª semana de aventuras nas tecnologias educativas. Neste dia, tanto o espaço da aula teórica como da prática foi destinado ao nosso projecto que consta na construção de um plano de segurança e saúde no âmbito da construção civil. Estamos quase lá!!!

11ª Aula Teórica - 25/05/07

Esta aula foi destinada à visualização de algumas aplicações multimédias com fins educativos.
Foi feita uma avaliação com base nos critérios aprendidos anteriormente.

sábado, 2 de junho de 2007

Aula Prática - 1/06/07

Continuação da aventura na produção de uma ferramenta multimédia. Práticamente que já concluímos a elaboração dos conteúdos em Powerpoint e agora vamos iniciar a desenvolver exercícios no Hot Potatoes. Que aventura.

12ª Aula Teórica- 1/06/07

Esta aula teve lugar no dia 31/05/07 e consistiu na participação na conferência proferida pelo Professor José Luis Illera, da Universidade de Barcelona, cujo tema principal remetia para as comunidades virtuais.

sábado, 26 de maio de 2007

Aula Prática - 25/05/07

Continuação da aventura do projecto multimédia.

sábado, 19 de maio de 2007

Aula Prática - 18/05/07

Continuamos a construção do nosso projecto com alguns avanços e retrocessos.

10ª Aula Teórica - 18/05/07

A aula foi destinada a conhecer os critérios das grelhas de avaliação de Software educativo; Conteúdo; Interface Gráfica; Usabilidade; Funcionabilidade; Requesitos Técnicos.
Foram abordadas algumas questões sobre a qualiade de construção dos produtos on-line.

sábado, 12 de maio de 2007

Aula Prática - 11/05/07

Nesta aula foi feita uma apresentação sobre a ferramenta Hot Potatoes e aprendemos a criar um conjunto de actividades.

9º Aula Teórica - 11/05/07

Esta aula foi feita uma abordagem à avaliação de um software, assim como as etapas correspondentes à sua preparação: Concepção; Realização; Testagem e Avaliação. Um dos programas de avaliação de Softwares é o Pedactive e nesta aula ficamos a conhecer as características do mesmo.

sábado, 5 de maio de 2007

Aula Prática - 4/05/07

Na aula prática deste dia, demos continuidade ao projecto em curso.
Foi realizada uma pequena apresentação aos colegas sobre o nosso trabalho e foi solicitado feed back sobre o mesmo.

8ª Aula Teórica - 4/05/07

Nesta aula foi apresentada uma ferramenta - Hot Potatoes - através da qual podem ser desenvolvidos um conjunto de exercícios e actividades de avaliação de conhecimentos. Para além do nome bastante característico , a grande novidade foi a versatilidade da ferramenta no âmbito da educação.

terça-feira, 1 de maio de 2007

E a bela Nice














Nice, num belo fim de tarde ... e noite!
O meu photo story, tem como base uma viagem muito breve, realizada em Abril deste ano a Nice.

Aula Prática - 23/03/07

Nesta aula prática aprendemos a utilizar uma ferramenta para aplicações multimédia - O Quandary- a prática foi através de um guião de apoio com o objectivo de ajudar a descobrir as potencialidades da ferramenta.

5ª Aula Teórica - 23/07/07

Nesta aula falamos sobre o "Ensino e a Aprendizagem" :
  • Teoria Behavorista;
  • Processamento de Informação;
  • Teoria Construtivista.

Aprendemos também, as implicações de cada uma destas teorias no ensino, no currícilo e no papel do professor.

4ª Aula Teórica - 16/03/07



Nesta aula falamos sobre o processo de aplicação de aplicações multimédias, que comporta algumas fases:



  • Concepção;

  • Realização;

  • Validação e a difusão


Nas regras de comunicação multimédia, os aspectos mais importantes reforçados na aula estão relacionados com as regras de ouro:

  • Ocupar apenas 50% do espaço;

  • Animação só no caso de ajudar a explicar e reforçar o conteúdo;

  • Título em cada página;

  • Nº total de páginas em cada página.

sábado, 28 de abril de 2007

Aula Prática - 27/04/07

Foi dado continuidade aos projectos dos grupos. Pesquisa de Informação, busca de imagens e estruturação do trabalho de projecto foram as tarefas realizadas nesta aula

7ª Aula Teórica - 27/04/07

O tema desta aula teve por base três Conceitos importantes:
- Multimédia;
- Hipermédia:
- Hipertexto.
Assim com as principais caracteristicas.
Também ficamos a saber os desafios que são colocados pelo hipermédia. Outra aprendizagem está relacionada com a noção de interface e de desenho de interface.
O balanço destes temas, foi o de ficar a perceber um conjunto de conceitos tecnólogicos.

sábado, 21 de abril de 2007

Aula Prática - 20/04/07

Nesta aula, cada grupo de trabalho continou a desenvolver o protótipo do seu projecto. O meu grupo de trabalho organizou a estrutura do trabalho assim como a disposição pretendida para cada slide.

6ª Aula Teórica - 20/04/07

E de regresso das férias, para quem teve férias ( claro que não é o meu caso!!!) a aula deste dia foi dedicada à importância da comunicação em Educação, tendo sido apresentado alguns modelos:
  • Modelo Matemático de Comunicação;
  • Palo alto.

Abordámos a temática da Sociedade da Informação e do conhecimento ressalvando a importância de cada Eu na forma como cada informação é integrada no ponto de vista cognitivo.Abordamos a aprendizagem multimédia sobre a perspectiva de Mayer.

sexta-feira, 30 de março de 2007

Aula Prática- 30/03/07

Nesta aula, o conhecimento do Quandary foi aplicado a um tema especifico ( A segurança Rodoviária). Ficamos a conhecer as potencialidades desta ferramenta e quais as regras a seguir para uma correcta aplicação da mesma. Foi também dado inicio à pesquisa de informações para a elaboração dos propectos de cada grupo.

sábado, 17 de março de 2007

Aula Prática - 16/03/07

Nesta aula aprendemos a construir uma macroestrutura a partir de um Texto " Cícero".
Aprendemos também a utilizar o power point.
Também falamos sobre os modelos de curricular das aplicações, reforçando aspectos extremamente importantes como a coerência dos conteúdos, a estratégia da apresentação, a correcta e coerente organização dos conteúdos.

sexta-feira, 9 de março de 2007

Aula Prática - 9/03/07


Na aula prática:


  • Fez-se a introdução daos diferentes tipos de Rede ( Hierarquia, linear, em rede e matriz);

  • Visualizamos algumas estruturas;

  • Visualizamos diferentes trabalhos de colegas em aplicações hipermédia.

3ª Aula Teórica - 9/03/07

Nesta aula, falamos acerca do período em que os Computadores são introduzidos nas escolas. Nesta aula foram adquiridas aprendizagens sobre o Ensino programado:



  • O aluno deve trabalhar individualmente;

  • O aluno deve trabalhar no seu próprio ritmo;

  • O aluno deve trabalhar por pequenos passos, cada pequeno passo deve-se integrar numa sequência cuidadosamente estabelecida;

  • O aluno deve responder activamente a cada pequeno passo;

  • O aluno deve ser informado sobre a pertinência da sua resposta.




O Cone de Dale - "Do abstrato para o Concreto"





quinta-feira, 8 de março de 2007

1ª Aula Tecnologias Educativas - Prática

A 1ª aula teve lugar no dia 2/03/07.

No inicio da aula foram realizadas as apresentações de cada aluno.
Acedemos ao site WWW. aprendercom.pt no qual respodeu-se a um questionário de auto-avaliação com o objectivo de diagnosticar o nível de competência tecnológica, e no qual obtive a classificação de 32 pontos.
Deu-se depois inicio à criação do blog por parte de cada aluno e no qual surgiram algumas dúvidas.

Confesso que não sou muito adepta das novas tecnologias e que apesar de acabar sempre por aderir à prática das referiadas, passo sempre por um período que designo de purgatório e é aquilo que está acontecer com este blog.
Portanto, apelo ajuda aos especialistas...help à navegação!!!!!!!!!!

2ª Aula Teórica - 2/03/07

Realizada a 2 de Março 07

Nesta aula, o tema principal foi a retrospectiva da evolução das tecnologias educativas desde os anos 20, do Século XX, período este denominado por período de formação. A partir deste marco foi criada uma “Linha do Tempo” na qual é dado realce aos acontecimentos mais determinantes, influenciado por distintas Teorias, Personalidades e avanços tecnológicos.
Principais Periodos da Linha do Tempo

  • 1923 - 1931- >Período da Formação ( Destaque: "Pressey" e as "Máquinas de Ensinar"; Cinema Mudo)
  • 1932 - 1945 - >Período da Consolidação (Tyler; Curriculum Packages)
  • 1946- 1957 ->Período da Pós - Guerra ( Skinner; Ensino Programado)

1ª Aula de Tecnologias Educativas

A 1ª aula teve lugar no dia 23/02/07 e na qual:
  • Foram apresentados os objectivos da Cadeira e respectivo Programa;
  • Explicado o sistema de avaliação.

Foi proposta a criação de um blog individual, no qual os alunos irão registar as suas aprendizagens semana a semana, aula a aula, pesquisar temas e aprofundar conhecimentos.

O que é um blog Educativo?

Os blogs educativos são páginas simples, que levam vantagem sobre as home pages pela facilidade de criação e publicação, já que atualmente não é necessário nenhum conhecimento em programação para criá-los e atualizá-los. Além disso, publicam idéias em tempo real e possibilitam a interação com qualquer pessoa do mundo que esteja conectada. Sua principal característica são os textos curtos que podem ser lidos e comentados, abrangendo uma infinidade de assuntos: diários, piadas, notícias, poesias, músicas, fotografias, enfim, tudo que a imaginação do autor permitir. Como num veloz arquivo eletrônico, ele permite a abordagem de diversos assuntos, aumentando a interatividade com os visitantes, que passam a constituir uma comunidade. Ampliam-se assim, as possibilidades de um diálogo com outras formas de saber entre as diferentes disciplinas do conhecimento escolar. Os blogs podem ajudar a construir redes sociais e redes de saberes. Na educação, os blogs são uma excelente ferramenta para publicação de idéias. Esses diários eletrônicos são uma ferramenta diferente, com potencial para reinventar o trabalho pedagógico.

Alguns motivos para usar blogs como atividade de ensino-aprendizagem
A web é uma óptima ferramenta para compartilhar conhecimento.
- Escrever sobre algo, implica em reflexão e crítica, o que é fundamental no processo de ensino-aprendizagem.
- Desenvolver a habilidade de gerir a informação.
- Desenvolver a habilidade de transformar informação em conhecimento.
- Evitar o retrabalho do docente. Uma vez publicado só é necessário aperfeiçoar!!!
- Desenvolver o espírito de colaboração(aprender a conviver)
- Aprender a aprender.
A utilização de blogs na educação, possibilita o enriquecimento das aulas e projetos através da publicação e interação de idéias na Internet. Basta adequá-los aos objetivos educacionais, para que o conhecimento seja construído através da interação dos recursos informáticos e das capacidades individuais, criando um ambiente favorável para a aprendizagem.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.