Música sensível para o messenger! muito bom!
A Educação Moderna
segunda-feira, 31 de dezembro de 2007
domingo, 30 de dezembro de 2007
Reflexões - Conclusão
a cultura da aprendizagem;
a importância de a escola desenvolver novas metodologias para o ensino das disciplinas como a matemática! ( “outras coisas” como lhe chama Papert);
a importância da aprendizagem no meio familiar e do papel positivo que o computador poderá ter no modo de vida familiar em equilíbrio com outras actividades! A frase final do livro “tenha a coragem necessária para observar, interpretar…e confie no seu bom senso para saber o que fazer”constitui uma mensagem excelente para todos nós que estamos no papel de educadores reflectirmos para a construção da mudança.
Reflexões Capitulo 8 - O Futuro

sábado, 29 de dezembro de 2007
Tutoria Online
Coloco o slide sobre “A tutória no fórum on-line: papéis e competências” realizado mo âmbito das aulas teóricas.
Reflexões Capítulo 7 - A Escola
Vivemos uma época de rápido desenvolvimento das tecnologias informáticas, com o acesso a redes globais de computadores, ao correio electrónico, a bases de dados, a bibliotecas virtuais, a CD-ROMs, e a uma enorme oferta de software, etc. Esse progresso está a provocar mudanças enormes na organização da nossa vida e do nosso trabalho e nesse sentido, a adaptação é indispensável. Mas os maiores desafios não são de natureza tecnológica, mas de natureza social, cultural e económica.
Fala-se com frequência, dos benefícios do uso de computadores nas escolas: como auxiliares dos docentes na preparação das aulas, como ajuda a um estudo individualizado de cada aluno) e defende-se cada vez mais o uso das tecnologias em educação, que as mesmas potenciam a aprendizagem, facilitam o desenrolar de actividades e a concretização de objectivos, estimulam os alunos, fomentam a autonomia e criatividade, mas na generalidade das escolas portuguesas isto está longe de ser uma realidade.
Um grande factor de resistência ao processo de inovação baseado no computador é a falta de conhecimentos dos educadores, isto tanto se aplica a professores como a pais, sobre as novas tecnologias e as suas capacidades. A aplicação prática dos conhecimentos tecnológicos pode também ser um factor de resistência. O professor pode ter os conhecimentos mas não sabe como os pode e deve aplicar em situações concretas na sala de aula. O problema da falta de recursos para a aplicação prática é óbvia. Podemos ter educadores com os conhecimentos, e com as ideias sobre a sua aplicação, mas se não existirem as máquinas e o software adequado pouco ou nada se pode fazer.
Por outro lado, a aprendizagem adquirida nas escolas representa uma parcela cada vez menor da aprendizagem que se adquire no dia-a-dia. Há já muitos anos que alguns pais colocam os seus em estabelecimentos onde garantem a sua aprendizagem num conjunto de áreas como a informática, auxiliando as aprendizagens e substituido o papel que a escola deveria ter.
A grande desafio desta era da fluência tecnologica é o de preparar os professores para usarem as tecnologias da informação nas suas disciplinas,o de adequar as escolas de equipamentos necessários e de aproximar os pais à escola, pois sem cada uma destas peças estar completa e activa não se conseguirá o desenvolvimento continuo da dita cultura da aprendizagem, permanentemente renovada.
sábado, 22 de dezembro de 2007
Reflexões Capítulo 6 - Projectos
Inspirada por este conceito da fluência computacional que está ao nosso alcance tentei elaborar uma lista com 30 coisas que eu tenha realizado no meu computador recententemente e o resultado foi muito limitado, apenas consegui identificar 10 coisas:
1-Fiz pesquisas na Internet;
2-Actualizei o Blog;
3-Participei numa Aula virtual via Messenger;
4-Ajudei a minha filha em pesquisas para um trabalho;
5-Ajudei o meu filho a usar o Paint;
6-Aprendi a trabalhar com o Flickr;
7-Recebi e enviei uma quantidade enorme de mails em contexto profissional;
8-Fiz várias apresentações em Power Point;
9-Trabalhei em diversos ficheiros em Excell;
10- Interagi no Messenger.
Posso com este resultado, concluir que devo seguir os conselhos apresentados neste capitulo e assim aumentar a minha fluência computacional e tecnologica!
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
As Virtudes do Messenger
Foi um debate interessante e vou ter que repetir tendo em atenção às infracções cometidas nesta primeira experiência.
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
Conferência sobre e-learning
Alguns sites interessantes aconselhados na conferência
http://nautilus.fis.uc.pt/http://www.mocho.pt/http://www.molecularium.net/
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
Universo Wiki

Wiktionary
pt.wiktionary.org/wiki/página_principal
O wiktionary consiste num dicionário, gratuito de todas as línguas, existindo versões em 200 línguas.
Wikilivros
Pt.wikibooks.org/wiki/página_principal
O wikibooks, é um site onde está em permanente desenvolvimento uma colecção de livros. Tem como objectivo fornecer meios para a instrução de alunos, professores secundários e universitários, e a comunidade utilizadora da Internet, pois disponibiliza livros e textos nas mais diversas áreas.
Wikimedia Commons
Commons.wikimedia.org/wiki/página_principal
O wiki Commons é um banco de textos, imagens, sons, música e audio-textos.
Wikinotícias
pt.wikinews.org/wiki/página_principal
O wikinotícias, é uma fonte online de notícias, com a filosofia wiki subjacente (participação e adição de noticias colaborativa, livre e gratuita), em que qualquer pessoa pode desenvolver uma notícia sobre qualquer assunto.
Wikiquote
pt.wikiquote.org/wiki/página_principal
O wikiquote é um site onde estão arquivadas citações de pessoas famosas, de livros, filmes discursos e outros materiais relevantes, tais como provérbios.
Wikisource
Pt.wikisource.org/wiki/página_principal
Wikisource, a “biblioteca livre” é o lema deste projecto, que pretende criar uma biblioteca de acesso gratuito onde se encontrem fontes, textos de autor e outros materiais de suporte à biblioteca.
Wikispecies
species.wikimedia.org/wiki/página_principal
O Wikispecies é um site onde se pretende criar um directório de todas as espécies vivas, no reino animal, das plantas, dos fungos, das bactérias, das arquibactérias.
Wikiversidade
pt.wikibooks.org/wiki/wikiversidade
A Wikiversidade, é o mais recente projecto, que pretende criar um centro de educação de nível universitário, com materiais, com materiais próprios para a adaptação da filosofia e-learning. Ainda se encontra em fase experimental e está disponível em três línguas.
sábado, 8 de dezembro de 2007
Reflexões Capitulo 5 - A Família

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
Cmaps

quarta-feira, 28 de novembro de 2007
As Virtudes do Messenger
Cada vez mais estou a tornar-se uma adepta desta ferramenta (mas com o pequeno pormenor! visibilidade restrita, senão a minha produtividade vai à vida)
domingo, 25 de novembro de 2007
Noticias do Mundo Digital – “O Facebook”
Mark Zuckerberg tem 23 anos. Até Há pouco tempo, era um estudante de informática que gostava de “queimar pestanas” a programar computadores, e a meio da Licenciatura lançou um site o “ Facebook”a rede social que dirige. O site foi fundado em 2004, é um exemplo de crescimento progressivo. Começou por ser um espaço para estudantes da Universidade de Harvard (que Zuckerberg frequentava) para entrarem em contacto entre se. O site permite seguir automaticamente todas a informação que a rede de amigos coloca “Online”. Pouco depois do lançamento, foram alargando a possibilidade de entrada a membros de outras instituições de ensino seleccionadas e criaram uma rede separada para os alunos do liceu. O passo seguinte já permitiu a trabalhadores de certas empresas usarem o site. Em 2006 veio a possibilidade de qualquer pessoa aderir. A abertura do “Facebook” não foi muito bem aceite que viram o seu “Clube Privado” e essencialmente estudantil perder a exclusividade de acesso, mas com esta jogada o Site entrou finalmente no grande campeonato das redes sociais e preparava-se para defrontar o líder Mysapace. O “Facebook” está longe do primeiro lugar do sector, mas parece estar bem encaminhado: tem 50 milhões de cibernautas registados (o Myspace ultrapassou em Agosto os 100 milhões), e é listado por várias fontes no TOP 10 dos sites mais visitados. Não é de admirar que muitas empresas estejam interessadas em anunciar nestes espaços.O novo formato do “Facebook” – o chamado “Facebooks Ads” tem como objectivo transpor a recomendação social para as relações online. A ideia chave é levar alguém a fazer algo – comprar um produto; visitar um site – porque um amigo também o fez. Com o novo “Facebook”, as empresas passarão a poder ter uma página, para colocarem a informação que desejarem. Mas o ponto controverso, está relacionado com o facto de as empresas perguntarem aos Clientes se querem que a sua acção seja mostrada à respectiva rede de contactos. Se a resposta for afirmativa, os “amigos” do utilizador recebem através das actualizações automáticas, um anuncio publicitário, acompanhado com a foto da pessoa – e não há forma de o receptor evitar esta mensagem, que surge misturada com todas as restantes novidades do grupo de “amigos”. Por exemplo se um amigo comprar um par de ténis online , os amigos vão sabê-lo e receber toda a publicidade.
Fica aqui a pergunta: Para onde nos leva este mundo Virtual?

sexta-feira, 23 de novembro de 2007
Reflexão Capitulo 4 – Valores

Os valores éticos, espirituais e religiosos levantam um conjunto de questões que necessitam claramente de reflexão quando falamos de educação e este capitulo claramente que direcciona a reflexão para esse caminho, reforçando a ideia clara e inequívoca que aquilo que as crianças aprendem devem ter significado - Ensinamos o quê? E Porquê?
“Nos dias de hoje a aprendizagem familiar deve preservar um conjunto de valores relacionados com as aprendizagens”, estou totalmente de acordo que os valores da integridade, honestidade e da verdade devem ser ensinados e preservados no seio familiar, não competindo apenas aos professores essa tarefa, que julgo ser da competências dos Pais, não exclusiva, mas quase! O Exemplo que Papert apresenta sobre o jogo de xadrez, vivo no dia a dia na minha casa assistindo conversas (confesso que chegam a discussões!) entre o meu marido e o meu filho de 9 anos, o João Pedro, que como qualquer criança desta idade, gosta de jogar e detesta perder. Gostam os dois de jogar xadrez e como é natural a maioria das vezes o Pai é que vence o jogo e a reacção do João, passa por ou fazer batota ou chorar, visto que as vitórias não fazem parte do seu palmarés. O correcto é o Pai deixar ganhar o filho, para a criança não chorar, para se sentir bem e vitorioso, mas com isso enganando-o (confesso que isso acontece), mas também acontece que o Pai vence e explica ao filho o significado de palavras como “fair play”, “desportivismo” e o resultado qual é? O meu filho não quer saber nada destes conceitos, preferindo ganhar e sempre.
Qual é então o nosso papel nesta vertente de educação dos valores? Confesso que educar é a tarefa mais laboriosa e desafiante que encontro na vida, varinhas mágicas não existem! (leituras do Daniel Sampaio? ajudam, Javier Urra? também ajuda – mas não tem um checklists com fórmulas mágicas para cada situação!). Sabemos que o engano faz parte do processo educativo, apesar de sabermos que é feio mentir! E que mentimos muitas vezes para fazer felizes as nossas crianças, sabendo os riscos! E sabemos que não estamos a educar nos princípios dos valores identificados como essenciais ao seu crescimento.
Os caminhos da aprendizagens, o conflito em ensinar correctamente, corrigindo a criança ou então deixando-as pensar livremente devem constituir as pedras das calçadas que percorremos neste longo processo educativo que hoje em dia tem o apoio de uma dupla: Computador e Internet o baby-siting dos tempos modernos! Que apresentam um conjunto de benefícios, mas sinceramente me confesso - tenho algum receio de dar liberdade aos meus filhos neste tema ( as minhas iniciações no messenger e HI5 começaram com a minha filha), tornando-me numa amiga da rede, afim de poder “olhar atentamente” em redor do seu mundo virtual!
As Ferramentas Educativas
A aula prática do dia 16 de Novembro foi dedicada à finalização das apresentações respeitantes às ferramentas on-line trabalhadas por cada grupo, com a finalidade de dar a conhecer à turma a vertente educativa de cada ferramenta e as suas caracteristicas mais relevantes. Posso acrescentar que foi um momento com uma forte vertente educativa, por duas razões:
1º Algum cuidado a ter na criatividade na elaboração das Apresentações no Power Points ( o que parece ser muito bonito, caso não seja bem visualido pode ser tornar num grande risco)!
2º Os trabalhos apresentados pelos diversos grupos foram muito interessantes e demonstraram uma elevada dose de versatilidade!
domingo, 4 de novembro de 2007
Reflexão Capítulo 3 – Aprendizagem
Construtivismo é uma das correntes teóricas empenhadas em explicar como a inteligência humana se desenvolve partindo do princípio de que o desenvolvimento da inteligência é determinado pelas acções mútuas entre o indivíduo e o meio.
A ideia é que o homem não nasce inteligente, mas também não é passivo sob a influência do meio, isto é, ele responde aos estímulos externos agindo sobre eles para construir e organizar o seu próprio conhecimento, de forma cada vez mais elaborada. Entre os estudiosos desta corrente destaca-se Piaget, que popularizou a divisa: “ Compreender é Inventar”, como papert afirma: “ o papel do professor é criar as condições para a invenção, em lugar de fornecer conhecimentos já consolidados”, será que é assim?
Nesse capítulo cujo a tónica é a aprendizagem, devemos reflectir como se caracteriza a aprendizagem actual das nossas crianças e jovens que dominam as novas tecnologias, Computadores, Internet, telemóveis 3G, mas que continuam a por a matemática no último lugar nas médias dos exames do secundário no nosso país. Matemática e tecnologias! De que forma é que computadores auxiliam nesta missão? Estes devem auxiliar os educadores, professores e pais na missão tão difícil que é educar e formar, mas de que forma?
Ensinamos, mas não sabemos claramente por que ensinamos; o aluno quer aprender, mas não sabe bem para quê. Ensinar por ensinar, aprender por aprender parecem ser propostas, pedagogicamente, inconsistentes”. Aprender a fazer...Aprender a conviver... e Aprender a ser... , já é um bom começo para “se chegar” a uma boa aprendizagem. Necessitamos que a aprendizagem das nossas crianças independentemente de ser de cariz tradicional, escolar, ou auto-controlada, seja de acordo com princípios e com sentido, e os computadores e deverão constituir uma ferramenta de apoio, mas não o fim último!
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
Pesquisa I - Tema: O que é o e-learning?

É um processo personalizado, que permite a flexibilidade em termos de tempo e espaço, pois formador e o aluno não se encontram fisicamente no mesmo local, mas ligados através da rede. É através da Internet que são transmitidos os conteúdos educativos e é feito o acompanhamento pelo formador
O e-learning é apenas uma das várias formas de Formação à Distância. A formação à distância é um processo de aprendizagem que implica a separação temporal e/ou local entre formador e formando e quando esta acção formativa é efectuada via Internet ou intranet fala-se de e-learning. O e-learning exige motivação para obter conhecimentos e apetência pelas tecnologias da Informação e Comunicação.
Vantagens da aprendizagem electrónica:
Inovação em processos de formação;Redução e racionalização dos recursos;Flexibilidade de ensino e aprendizagem;Auto-formação;Flexibilidade temporal;Formação para activos;Distribuição rápida dos conteúdos;Acessibilidade a conteúdos mais apelativos;Acessibilidade da valorização pessoal ou profissional;Ritmo personalizado;
Desvantagens do e-learning :
Ausência de relação humana formador/formandos;Conteúdos mais generalistas;Contingência tecnológica - largura de banda e terminais;Exige alguns conhecimentos tecnológicos;Reduzida confiança neste tipo de estratégias educativas;Custos elevados dos cursos e do material;Pressupõe a utilização de um computador ligado à corrente;
Um bom curso de e-learning deve ter formadores capazes de gerir instituições de e-learnig, formar à distância, conceber e desenvolver conteúdos especializados e prestar serviços de helpdesk aos utilizadores.
O e-learning é uma alternativa pedagógica em expansão, que ainda está a afirmar-se em Portugal, embora já seja utilizado por diversas instituições como ferramenta ou meio para formar pessoas. São cada vez mais aquelas que vêem no ensino à distância uma das grandes tendências do futuro, principalmente na formação de activos.
A adesão a estes cursos ainda não é muita, pois a desconfiança e o desconhecimento desta nova metodologia é um entrave à sua credibilidade,mas penso que dentro em breve será o futuro, principalmente na formação de adultos.
domingo, 21 de outubro de 2007
Reflexão Capitulo 2 – Gerações
O inicio do capítulo levanta de imediato a dúvida do futuro da era digital e das suas implicações, sobretudo, na educação das crianças e dos jovens. Na perspectiva dos ciberutópicos, a revolução digital proporciona uma vida melhor; na perspectiva dos cibercríticos, os perigos são vastos. Mas de acordo com a visão do autor, existem um conjunto de mudanças que podem ocorrer, desde que as pessoas aprendam melhores formas de pensar e de fazer, e isso aplica-se as gerações futuras e na qual o papel dos pais e dos educadores é fundamental. Os computadores, as tecnologias são um meio para melhorar as aprendizagens das crianças e dos jovens, conferindo aos pais como educadores de uma futura geração, a definição e concretização do processo de aprendizagem dos seus filhos.
Podemos aplicar as tecnologias na aprendizagem de temas tão diferentes como Ciências da Natureza ou gramática, desde que, contribuindo para a grande descoberta do significado de uma aprendizagem. Este processo diferencia o valor que é retirado da aprendizagem, provocando interesse e motivação face a um determinado currículo.
Papert chama "avestruzes" aos educadores que se entusiasmam com a ideia de que os computadores podem melhorar o trabalho que desempenham na escola, mas que evitam perceber que esta tecnologia irá fazer surgir muitas mudanças para além do mero aperfeiçoamento. O autor alerta que as crianças aprendem conhecimentos informáticos mas a fluência adquire-se com a aprendizagem e com a utilização frequente, o exemplo dado é explicito - temos conhecimento escolar sobre uma língua ou somos fluentes? O importante é que se compreenda que os conhecimentos são adquiridos por exploração, por tentativa - erro e pela prática.
Apesar desta revolução ao nível das aprendizagens, o conceito de opacidade aparece como algo com que as crianças da era moderna tem que aprender a lidar, já que actualmente as tecnologias são opacas, não podemos ver o que as faz funcionar, noutros tempos as pessoas viam e compreendiam a transparência das tecnologias.
Por fim, Papert refere também a frustração que ocorre com todos os que lidam os computadores, quando estes resolvem não ajudar, mas sim dificultar o dia, mas que poderá ser ultrapassado se percebermos porque é que isso acontece, e se aprendemos a aplicar os truques que as crianças e os jovens aplicam na relação com o computador!
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
Reflexão Capitulo 1 – Gerações
Neste primeiro capítulo, Seymour Papert fala-nos de uma relação apaixonada
entre as crianças e os computadores. Na sua vasta experiência com crianças de diferentes continentes, Papert reforça esta ideia de relação apaixonada, ao afirmar que as crianças sabem de uma forma natural que pertencem à geração dos computadores, contudo, também alerta-nos que esta relação não é assim tão pacifica, pois como em tudo, existe sempre dois lados, o positivo e o negativo, o lado dos benefícios e dos perigos, o que também se aplica a esta relação amorosa entre as crianças e as tecnologias, pois esta relação está a originar uma mudança, uma MUDANÇA na aprendizagem.
De acordo com Papert, esta mudança aparece como uma característica visível na forma como os adultos relacionam-se com as crianças, cada vez mais as crianças necessitam de adquirir conhecimentos e de os utilizar de forma dependente dos alunos, o que obviamente cria algumas dificuldades de os adultos perceberem esta necessidade que muitas vezes não deixa de ser alvo de admiração. O relato que Papert apresenta sobre o episódio observado com o vídeo do seu neto Ivan, relata bem esta ideia de aprendizagem independente quando comparada com o seu próprio nível de aprendizagem e de autonomia quando tinha a mesma idade do seu neto, em que estava totalmente dependente dos adultos. Uma das principais questões levantada por Seymour Papert está relacionada com a “maior liberdade de escolha que alterará dramaticamente o modo como as crianças aprendem e se desenvolvem”.
Claramente que o fosso entre as gerações na utilização das tecnologias, nomeadamente na utilização do computador poderá apresentar um perigo no afastamento das relações entre pais e filho, como papert afirma;
“…Os adultos tem de se tornarem permeáveis a novos assuntos, não se podem convencer de que não conseguem aprender mais nada e têm de criar mecanismos de exploração autónoma, caso contrário não conseguirão acompanhar o ritmo dos filhos”.
Os adultos tem que repensar a forma de aprendizagem para poderem acompanhar as crianças e os jovens em vez de verem as tecnologias como um inimigo, um “destruidores de lares”e aprender a aplicar os termos que as próprias crianças aplicam: difícil e giro
nas suas experiências com as tecnologias partilhando uma aprendizagem de estilo familiar.
domingo, 7 de outubro de 2007
Introdução
Papert insere-se na escola nova, reconhecendo a proximidade das suas ideias com os autores como Dewey, Pestalozzi, Freinet e Montessori, mas o que o distingue é a sua exploração aprofundada das possibilidades e limites das novas tecnologias de Informação.~
Para Papert, o efeito positivo ou negativo das tecnologias é uma questão em aberto pois depende muito da acção e critica que venha a ser feita pelos seus utilizadores.
Seymour Papert
O Dr. Seymour Papert (nascido em 1 de Março de 1928 em Pretória, África do Sul) é um matemático e proeminente educador do MIT.
É um dos pioneiros da inteligência artificial, assim como inventor da linguagem de programação LOGO (em 1968).
Na educação, Papert cunhou o termo construcionismo como sendo a abordagem do construtivismo que permite ao educando construir o seu próprio conhecimento por intermédio de alguma ferramenta, como o computador, por exemplo.
Desta forma, o uso do computador é defendido como auxiliar no processo de construção de conhecimentos, uma poderosa ferramenta educacional, adaptando os princípios do construtivismo cognitivo de Jean Piaget a fim de melhor aproveitar-se o uso de tecnologias.
Bibliografia
- PAPERT, Seymour; SOLOMON, C.. Twenty Things to do with a Computer. Artificial Intelligence Memo 248, MIT AI Laboratory. Cambridge, MA, 1971.
- PAPERT, Seymour. Mindstorms: Children, Computers, and Powerful Ideas. New York: Basic Books, 1980.
- PAPERT, Seymour. Situating Constructionism. In: Constructionism, editado por I. Harel e S. Papert. Norwood, NJ: Ablex Publishing, 1991
Origem: Wikipédia
Regresso do Tec da Helena
Espero que estas visitas de actualização ao meu bloog sejam frequentes e semanais.
domingo, 17 de junho de 2007
sábado, 16 de junho de 2007
Aula Prática- 8/06/07
11ª Aula Teórica - 25/05/07
Foi feita uma avaliação com base nos critérios aprendidos anteriormente.
sábado, 2 de junho de 2007
Aula Prática - 1/06/07
12ª Aula Teórica- 1/06/07
sábado, 26 de maio de 2007
sábado, 19 de maio de 2007
Aula Prática - 18/05/07
10ª Aula Teórica - 18/05/07
Foram abordadas algumas questões sobre a qualiade de construção dos produtos on-line.
sábado, 12 de maio de 2007
Aula Prática - 11/05/07
9º Aula Teórica - 11/05/07
sábado, 5 de maio de 2007
Aula Prática - 4/05/07
Foi realizada uma pequena apresentação aos colegas sobre o nosso trabalho e foi solicitado feed back sobre o mesmo.
8ª Aula Teórica - 4/05/07
terça-feira, 1 de maio de 2007
Aula Prática - 23/03/07
5ª Aula Teórica - 23/07/07
- Teoria Behavorista;
- Processamento de Informação;
- Teoria Construtivista.
Aprendemos também, as implicações de cada uma destas teorias no ensino, no currícilo e no papel do professor.
4ª Aula Teórica - 16/03/07
Nesta aula falamos sobre o processo de aplicação de aplicações multimédias, que comporta algumas fases:
- Concepção;
- Realização;
- Validação e a difusão
Nas regras de comunicação multimédia, os aspectos mais importantes reforçados na aula estão relacionados com as regras de ouro:
- Ocupar apenas 50% do espaço;
- Animação só no caso de ajudar a explicar e reforçar o conteúdo;
- Título em cada página;
- Nº total de páginas em cada página.
sábado, 28 de abril de 2007
Aula Prática - 27/04/07
7ª Aula Teórica - 27/04/07
- Multimédia;
- Hipermédia:
- Hipertexto.
Assim com as principais caracteristicas.
Também ficamos a saber os desafios que são colocados pelo hipermédia. Outra aprendizagem está relacionada com a noção de interface e de desenho de interface.
O balanço destes temas, foi o de ficar a perceber um conjunto de conceitos tecnólogicos.
sábado, 21 de abril de 2007
Aula Prática - 20/04/07
6ª Aula Teórica - 20/04/07
- Modelo Matemático de Comunicação;
- Palo alto.
Abordámos a temática da Sociedade da Informação e do conhecimento ressalvando a importância de cada Eu na forma como cada informação é integrada no ponto de vista cognitivo.Abordamos a aprendizagem multimédia sobre a perspectiva de Mayer.
sexta-feira, 30 de março de 2007
Aula Prática- 30/03/07
sábado, 17 de março de 2007
Aula Prática - 16/03/07
Aprendemos também a utilizar o power point.
Também falamos sobre os modelos de curricular das aplicações, reforçando aspectos extremamente importantes como a coerência dos conteúdos, a estratégia da apresentação, a correcta e coerente organização dos conteúdos.
sexta-feira, 9 de março de 2007
Aula Prática - 9/03/07
3ª Aula Teórica - 9/03/07
- O aluno deve trabalhar individualmente;
- O aluno deve trabalhar no seu próprio ritmo;
- O aluno deve trabalhar por pequenos passos, cada pequeno passo deve-se integrar numa sequência cuidadosamente estabelecida;
- O aluno deve responder activamente a cada pequeno passo;
- O aluno deve ser informado sobre a pertinência da sua resposta.
O Cone de Dale - "Do abstrato para o Concreto"

quinta-feira, 8 de março de 2007
1ª Aula Tecnologias Educativas - Prática
No inicio da aula foram realizadas as apresentações de cada aluno.
Acedemos ao site WWW. aprendercom.pt no qual respodeu-se a um questionário de auto-avaliação com o objectivo de diagnosticar o nível de competência tecnológica, e no qual obtive a classificação de 32 pontos.
Deu-se depois inicio à criação do blog por parte de cada aluno e no qual surgiram algumas dúvidas.
Confesso que não sou muito adepta das novas tecnologias e que apesar de acabar sempre por aderir à prática das referiadas, passo sempre por um período que designo de purgatório e é aquilo que está acontecer com este blog.
Portanto, apelo ajuda aos especialistas...help à navegação!!!!!!!!!!
2ª Aula Teórica - 2/03/07
Nesta aula, o tema principal foi a retrospectiva da evolução das tecnologias educativas desde os anos 20, do Século XX, período este denominado por período de formação. A partir deste marco foi criada uma “Linha do Tempo” na qual é dado realce aos acontecimentos mais determinantes, influenciado por distintas Teorias, Personalidades e avanços tecnológicos.
Principais Periodos da Linha do Tempo
- 1923 - 1931- >Período da Formação ( Destaque: "Pressey" e as "Máquinas de Ensinar"; Cinema Mudo)
- 1932 - 1945 - >Período da Consolidação (Tyler; Curriculum Packages)
- 1946- 1957 ->Período da Pós - Guerra ( Skinner; Ensino Programado)
1ª Aula de Tecnologias Educativas
- Foram apresentados os objectivos da Cadeira e respectivo Programa;
- Explicado o sistema de avaliação.
Foi proposta a criação de um blog individual, no qual os alunos irão registar as suas aprendizagens semana a semana, aula a aula, pesquisar temas e aprofundar conhecimentos.
O que é um blog Educativo?
Os blogs educativos são páginas simples, que levam vantagem sobre as home pages pela facilidade de criação e publicação, já que atualmente não é necessário nenhum conhecimento em programação para criá-los e atualizá-los. Além disso, publicam idéias em tempo real e possibilitam a interação com qualquer pessoa do mundo que esteja conectada. Sua principal característica são os textos curtos que podem ser lidos e comentados, abrangendo uma infinidade de assuntos: diários, piadas, notícias, poesias, músicas, fotografias, enfim, tudo que a imaginação do autor permitir. Como num veloz arquivo eletrônico, ele permite a abordagem de diversos assuntos, aumentando a interatividade com os visitantes, que passam a constituir uma comunidade. Ampliam-se assim, as possibilidades de um diálogo com outras formas de saber entre as diferentes disciplinas do conhecimento escolar. Os blogs podem ajudar a construir redes sociais e redes de saberes. Na educação, os blogs são uma excelente ferramenta para publicação de idéias. Esses diários eletrônicos são uma ferramenta diferente, com potencial para reinventar o trabalho pedagógico.
Alguns motivos para usar blogs como atividade de ensino-aprendizagem
A web é uma óptima ferramenta para compartilhar conhecimento.
- Escrever sobre algo, implica em reflexão e crítica, o que é fundamental no processo de ensino-aprendizagem.
- Desenvolver a habilidade de gerir a informação.
- Desenvolver a habilidade de transformar informação em conhecimento.
- Evitar o retrabalho do docente. Uma vez publicado só é necessário aperfeiçoar!!!
- Desenvolver o espírito de colaboração(aprender a conviver)
- Aprender a aprender.
A utilização de blogs na educação, possibilita o enriquecimento das aulas e projetos através da publicação e interação de idéias na Internet. Basta adequá-los aos objetivos educacionais, para que o conhecimento seja construído através da interação dos recursos informáticos e das capacidades individuais, criando um ambiente favorável para a aprendizagem.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

